B3 perto de recorde: até onde vai o rali com IA e inovação no radar
B3 acumula alta de 32% e testa resistências históricas Segundo dados da B3, o Ibovespa registrou um rali de 32% nos últimos 12 meses, aproximandose de suas...
B3 acumula alta de 32% e testa resistências históricas
Segundo dados da B3, o Ibovespa registrou um rali de 32% nos últimos 12 meses, aproximando-se de suas máximas históricas. Apenas em fevereiro de 2026, o índice já acumula valorização de 4,8%, impulsionado por um cenário macroeconômico mais favorável e pelo otimismo com setores ligados à inovação e inteligência artificial. A movimentação ocorre em um contexto onde analistas apontam para uma revisão de projeções econômicas e um ambiente regulatório mais previsível para empreendedores e investidores.
Fontes oficiais do Banco Central (BCB) indicam que o mercado financeiro revisou para baixo as expectativas de inflação (IPCA) para 2026, de 3,95% para 3,91%, enquanto elevou levemente a projeção de crescimento do PIB, de 1,80% para 1,82%. A taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, também teve sua projeção reduzida para 12,13%, sinalizando um possível ciclo de afrouxamento monetário mais longo do que o inicialmente previsto.
O que está por trás do movimento da B3?

Variação do Ibovespa nos últimos 12 meses
Imagine um investidor que, no início de 2025, alocou recursos em empresas brasileiras com exposição a tecnologia e inovação. Enquanto o Ibovespa subia, seu portfólio se beneficiava de dois vetores: a desinflação global e o boom de soluções baseadas em IA. Empresas como Totvs, Locaweb e até gigantes tradicionais como Petrobras passaram a incorporar ferramentas de inteligência artificial em suas operações, desde a otimização de cadeias logísticas até a personalização de serviços financeiros.
Esse cenário não é exclusivo do Brasil. Nos Estados Unidos, a Nvidia, uma das principais empresas de chips para IA, divulgou resultados recentes que superaram as expectativas do mercado, reforçando a tese de que a economia digital continuará sendo um motor de crescimento global. Aqui, a B3 reflete esse movimento, com setores como tecnologia da informação, energia renovável e fintechs liderando as altas.
Por que isso importa para investidores e empreendedores?
Para quem acompanha o mercado, a aproximação da B3 de suas máximas históricas levanta uma questão central: até onde vai esse rali? Investidores avaliam se o movimento é sustentável ou se há sinais de exaustão. Para empreendedores, especialmente aqueles em setores de inovação e tecnologia, o momento é de atenção redobrada. Um mercado em alta pode significar maior acesso a capital, seja via abertura de capital (IPO) ou rodadas de investimento, mas também exige gestão de riscos em um ambiente ainda volátil.
Além disso, a redução das projeções de inflação e Selic pode tornar o mercado de ações mais atrativo em relação à renda fixa. Com a taxa básica de juros em patamares elevados, muitos investidores optaram por títulos públicos e CDBs nos últimos anos. Agora, com a perspectiva de queda da Selic, a busca por retornos mais elevados pode direcionar recursos para a bolsa, alimentando ainda mais o rali.
O que observar nos próximos dias?
Analistas apontam que o IPCA-15 de fevereiro, divulgado recentemente, e os dados fiscais do governo serão termômetros importantes para o mercado. Uma inflação controlada e um resultado fiscal melhor do que o esperado podem reforçar a confiança dos investidores. Além disso, o balanço da Nvidia e o comportamento dos mercados internacionais, especialmente nos EUA, servirão como referência para o apetite por risco.
Para quem deseja navegar nesse cenário, ferramentas como o screener de ações do Investindoai podem ajudar a identificar empresas com fundamentos sólidos e exposição a tendências de longo prazo, como IA e inovação. O comparador de renda fixa da plataforma também permite avaliar se os títulos públicos ou privados ainda oferecem retornos atrativos em comparação com o mercado de ações, considerando o cenário de queda da Selic.
Outro ponto de atenção é a diversificação geográfica. Dados do Valor Econômico mostram que regiões como Norte, Nordeste e Centro-Oeste lideraram o crescimento do PIB em 2025, destoando do desempenho de outras áreas do país. Empreendedores e investidores podem explorar oportunidades nessas regiões, especialmente em setores como agroindústria, energia renovável e logística, que têm se beneficiado de investimentos em infraestrutura e inovação.
Riscos e pontos de atenção
Apesar do otimismo, há nuances que merecem atenção. O estudo da Tendências Consultoria, por exemplo, projeta uma desaceleração do PIB brasileiro de 2,3% em 2025 para 1,6% em 2026, o que pode limitar o crescimento dos lucros corporativos. Além disso, a incerteza política e as discussões sobre reformas estruturais, como a tributária, ainda pairam sobre o mercado, podendo gerar volatilidade.
Outro risco é a dependência do mercado externo. O desempenho da B3 está intimamente ligado ao humor dos investidores globais, especialmente em um ano marcado por eleições nos EUA e tensões geopolíticas. Um eventual aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais poderia levar a uma correção nos ativos brasileiros, mesmo que os fundamentos locais sejam positivos.
Para empreendedores, o desafio é equilibrar crescimento e resiliência. Empresas que dependem de crédito ou de investimentos externos podem enfrentar dificuldades se o cenário macroeconômico se deteriorar. Por outro lado, aquelas que já incorporaram tecnologias de IA e automação em seus processos podem estar melhor posicionadas para enfrentar um ambiente mais competitivo.
Como a inteligência artificial pode ajudar nesse cenário?
Em um mercado em alta, a inteligência artificial se torna uma aliada valiosa para investidores e empreendedores. Ferramentas como os alertas de IA do Investindoai permitem monitorar em tempo real movimentos atípicos no mercado, como quedas bruscas ou altas aceleradas, ajudando a tomar decisões mais informadas. Além disso, o valuation automatizado da plataforma pode auxiliar na identificação de empresas subvalorizadas ou sobrecompradas, considerando múltiplos como P/L, EV/EBITDA e dividend yield.
Para empreendedores, a IA pode ser usada para otimizar operações, reduzir custos e até mesmo prever tendências de consumo. Startups que utilizam machine learning para analisar dados de mercado, por exemplo, conseguem antecipar demandas e ajustar suas estratégias com mais agilidade. Em um cenário de alta na bolsa, isso pode significar a diferença entre capturar oportunidades ou ficar para trás.
Pergunta para reflexão
Em um mercado onde a inovação e a tecnologia ditam o ritmo, como você está utilizando ferramentas de inteligência artificial para proteger e potencializar seu patrimônio ou negócio? A B3 pode estar perto do topo, mas as oportunidades em setores disruptivos ainda estão em expansão.
Recursos para aprofundar a análise
- Screener de Ações do Investindoai: Identifique empresas com fundamentos sólidos e exposição a tendências de longo prazo.
- Comparador de Renda Fixa: Avalie se os títulos públicos ou privados ainda oferecem retornos atrativos em comparação com o mercado de ações.
- Alertas de IA: Monitore movimentos atípicos no mercado em tempo real.
- Valuation Automatizado: Analise múltiplos de empresas para identificar oportunidades de investimento.
Fontes: B3, Banco Central do Brasil (BCB), InfoMoney, Valor Econômico, Tendências Consultoria.

Variação mensal do Ibovespa em fevereiro de 2026

Revisão das projeções de inflação (IPCA) para 2026
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Jonathan Alves | Especialista em IA e Inovação
Este conteúdo é meramente informativo e educacional, focado em inovação, empreendedorismo e mercado financeiro. Não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Decisões de investimento devem ser tomadas com base em análise própria ou com auxílio de profissionais certificados.